domingo, 8 de maio de 2011

Homem de preto na Piazza del Duomo

                          
               Com proveniência da Piazza della Scala, Pilar atravessou a   Galleria Vittorio Emanuele II.

               Ao passar na área octogonal central, sob a cúpula de vidro com 47 metros de altura, recordou-se da primeira vez que ali tinha estado: tinha sido há muitos anos, com seus pais. Sua mãe, desde sempre versada em Heráldica, explicara-lhe, então, que o desenho no chão dessa área - uma cruz  branca sobre um fundo vermelho, era o símbolo heráldico da família Sabóia. “Em redor”, continuava sua mãe, “estão os brasões de quatro cidades italianas: o touro de Turim, a loba de Roma, o lírio de Florença e a cruz vermelha sobre fundo branco, de Milão.”

                Não conseguiu evitar sorrir ao recordar a convicção e a vaidade com que sua mãe, ali mesmo, lhe transmitira a ela e ao pai, estes seus conhecimentos.

                Continuou a atravessar a Galleria Vittorio Emanuele II, até entrar na Piazza del Duomo.

                Aqui, reparou num grupo de turistas que, a uns 40 metros de distância, apreciavam a estátua equestre do Rei Vittorio Emanuele II.

                De entre os elementos que compunham o grupo, destacava-se um homem alto, trajado de preto, com um chapéu da mesma cor, que estava parado e posicionado de costas para ela.

                Ficou petrificada. Seria ele? Recordou que ele sempre tinha tido o hábito de se vestir de preto e de usar um chapéu da mesma cor,  este adornado com uma pena de pavão colocada do lado direito, mas o que é certo, é que muitos homens têm o hábito de se vestir de preto, e o chapéu preto é usado, com alguma frequência, como complemento da indumentária masculina. Acresce que, no chapéu deste homem da Piazza del Duomo, não era visível qualquer pena de pavão, e ele sempre fizera questão de colocar este acessório no lado direito do chapéu.

              O homem que Pilar recordava agora, tinha vivido com ela uma paixão arrebatadora, mantida no segredo dos deuses durante seis meses. Quando a mulher dele descobriu tudo e perdeu os gémeos que esperava, ele, corroído pelos remorsos, passou a ser um marido muito mais presente e a dar todo o tipo de assistência à mulher, sobrando-lhe pouquíssimo tempo para Pilar. Esta, perante o desmoronar da relação com ele, forçou-se a si mesma a desistir de lutar por esse amor e abandonou Madrid, mudando-se para Barcelona.

              Uns meses depois de se encontrar a residir nesta cidade espanhola, soubera, por uma amiga, que, entretanto, ele se tinha divorciado, mas, violentando o ardor do seu próprio desejo, jamais o procurara.

              Seria ele que agora ali estava? Ele que, em seu dia, pertencera a Pilar e a quem Pilar também se entregara de corpo e alma? Depois dele, não existira mais ninguém e os que tinham existido antes dele, tinham-se esfumado na bruma do esquecimento.

              Pilar deu uns passos em frente, na direcção do homem de preto com chapéu da mesma cor, que continuava de costas, e imobilizou-se atrás dele.

              Pareceu-lhe que era efectivamente ele, mas, então, o que teria acontecido à pena de pavão?

             Avançou mais uns passos na direcção do homem, sem nunca tirar os olhos dele.

             Ele levou o cigarro à boca com uma prazenteira lentidão sensual, tal como o antigo amante dela sempre fizera. Envergava luvas pretas, não permitindo, assim, que Pilar eventualmente o reconhecesse pelas mãos.

             Por escassos instantes, o homem olhou para o seu lado direito.

             Pilar perscrutou o seu perfil, mas ele tinha óculos escuros tipo mascarilha, que lhe cobriam os olhos e parte do rosto, e ela não ficou certa de que fosse ele.

             Os turistas fotografavam e filmavam a Piazza del Duomo, a “grande máquina do Duomo”, como em “Os Noivos”, Alessandro Manzoni descreve a catedral de estilo gótico lombardo de Milão, a terceira maior igreja do mundo. Também a estátua equestre de Vittorio Emanuele II, as Galerias Vitorio Emanuel II e o Palazzo Reale estavam, naquele instante, a ser alvo de todas as objectivas, mas Pilar só tinha olhos para aquele homem de preto com chapéu da mesma cor, posicionado de costas para ela.  

               Seria ele? Se ao menos o ouvisse falar, poderia reconhecer a sua voz. Uma voz quente como uma tarde de Dezembro no Quénia.

               Recordou-se que ele tinha os olhos da cor do mel, a cútis morena e um sorriso envolvente como uma nuvem de rosas brancas.

               Deu mais uns passos na direcção do homem, ficando a escassos metros dele. Sentiu que, mesmo que não fosse ele, seria, seguramente, um homem, também ele, absolutamente irresistível.

              O homem deu uns passos em frente. Era o mesmo andar do seu amante de sempre. Seria mesmo ele?

              Estes segundos de espera estavam a transformar-se numa eternidade, com a incerteza e a dúvida a adensarem-se e a angústia a tomar corpo. Subitamente, Pilar sentiu que urgia certificar-se se era realmente ele.

              Estugando o passo, aproximou-se do homem de preto com chapéu da mesma cor, que continuava a caminhar de costas para ela. Ao passar por ele, abrandou o passo, ao mesmo tempo que, virando a cabeça, fixou o seu olhar no rosto dele, para poder verificar se era ele. O homem de preto com chapéu da mesma cor, olhou para ela, abrandou, também ele, o passo, após o que, sem nunca deixar de a olhar, parou. Pilar parou também. Ele tirou os óculos escuros que lhe escondiam os olhos e parte do rosto, e sorriu. Tinha os olhos da cor do mel, a cútis morena e um sorriso envolvente como uma nuvem de rosas brancas. Na lapela direita do casaco, tinha aplicada uma pena de pavão. O sorriso dele penetrou fundo nos olhos dela, perfumando-lhe a alma. Pilar também sorriu. Sorriu, como havia muito tempo não sorria. E soube que, a partir daquele momento, a Piazza del Duomo seria, para ela, a mais bela praça do mundo, destronando, assim, a Place de la Concorde.

                                                                                                                                 



Texto e fotografia da Isabel Maria
                                                                                                    

35 comentários:

  1. Minha querida Isabel Maria: Às vezes eu encontrar o amor da nossa vida nos mais inesperados e menos adequados. E a vida às vezes também nos dá a chance de que as circunstâncias mudam e abraçá-lo para sempre, como aconteceu com Pilar.

    É uma história muito aberto à esperança.

    Brisas e beijos.

    PS / Desculpe incorreto que é o meu comentário, mas eu queria fazê-lo em Português. Eu vou aprender:)

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  2. Boa tarde... já quase noite, neste domingo de semi-Primavera...lol
    Isabel Maria você tem um repertório de histórias de amor e viagens que faz inveja! Outra história bonita que conjuga amor e conhecimento de outras paragens... das coisas com que mais sonho é viajar! A outra, é ter sempre amor por perto ....lololol Por isso, lá vou semeando em meu redor para ir colhendo durante o pouco tempo que por aqui ando... e não me diga que a longevidade aumentou que eu ainda queria mais... não só procuro dar anos à vida como, dar vida aos anos...lolol
    Continuando na sua (nossa...é sempre um pouco de quem a lê!!!???) história, felizmente que esta teve um final feliz! De quando em vez, precisamos de ouvir ou observar finais mais alegres para contrabalançar com as paisagens mais tristes, com que convivemos, diariamente... gostei muito, como sempre!
    A curiosidade é saber qual a próxima viagem com que nos vai brindar na próxima semana...lololol
    bjs
    Célia

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  3. Isabel ,

    quase todas temos um homem de preto na nossa vida .
    Homem , que umas deixam de ver para sempre , ou que é vislumbrado por outras , ainda que as penas de pavão tenham mudado de sítio .
    Bela descrição !
    beijinhos

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  4. Mi Querida Malena:
    Entendi perfeitamente a tua mensagem escrita em Língua Portuguesa, mas não te preocupes, pois eu entendo bem o Espanhol escrito.
    Muito obrigada pela tua presença e dedicação constantes e pelos teus comentários atentos e gentis.
    Um grande abraço com toda a minha amizade.

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  5. Querida CF:
    Obrigada pela sua visita e pelas suas palavras.
    Eu também adoro viajar, e se não estivesse limitada pelas férias só no verão, viajaria muito mais. São mais as paragens que não conheço do que aquelas que já conheço, e, depois, por vezes, prefiro repetir visitas a lugares, em vez de ir conhecer novos.
    Pelo que vou conhecendo de si, creio que é exímia em semear amor à sua volta e isso traz-lhe seguramente muitas compensações e alegrias.
    Compreendo a sua vontade de viver muitos, muitos, muitos anos. Eu acho que nós só devíamos partir desta vida se quiséssemos e quando quiséssemos. devíamos poder optar pela eternidade. Custa muito pensar que não é assim. Por isso, aproveitemos as alegrias que a vida nos vai dando e façamos nós atmbém o máximo que estiver ao nosso alcance, para as colhermos.
    Um abraço grande para si.

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  6. Olá, Lilazdavioleta!
    Obrigaad pela sua presença e pelo seu comentário.
    Um beijo.

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  7. Conto romântico, pra mim, tem que ser assim: vai prendendo e prendendo, vai crescendo e crescendo, e a gente não desgruda o os olhos,
    sem pisca, sequer.
    Que riqueza de detalhes, no cenário, indumentárias e perfil do personagem principal...próprios de uma extraordinária escitora.
    Beijinhos, Isabel

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  8. Minha Querida Lúcia:
    Tomo as suas palavras como um incentivo, um estímulo, para fazer cada vez mais e melhor. Bem haja.
    É sempre um grato prazer receber a sua visita aqui. Estamos tão longe, e, simultaneamente, tão perto.
    Um abraço do tamanho do Atlântico.

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  9. Querida Isabel

    Muito refrescante esta história, com um pouco de mistério transmitido pelo homem vestido de preto, com chapéu preto, mas já com a pena de pavão na lapela direita do casaco.E mais importante ainda: história de um reencontro que ambos desejavam.

    Por outro lado, mais um passeio guiado que adorei.Interessante a fotografia: a loba, Rómulo e Remo... mito da fundação de Roma.

    Beijos.
    Olinda

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  10. Mais uma bela história (contada com mestria, como habitualmente) e onde tudo termina bem, ou pelo menos com uma réstea de esperança!
    Contrariamente a outros, onde tudo termina "menos bem"!
    Um abraço

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  11. Linda história! Esta vem provar que a vida dá muitas voltas e que, quando menos se espera estamos a realizar o grande sonho da nossa vida. A vida tem sempre agradáveis surpresas para nós, mas nós nem sempre sabemos descobri-las. Um beijinho e obrigada pela história com final feliz; de infelicidades estamos cheios. Uma bela semana!
    Emília

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  12. Olá, Álvaro Lins:
    É verdade que nem tudo pode acabar mal.
    Um abraço.

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  13. Olá, Emília!
    Na vida, nem tudo é assim tão negro. Também há finais felizes.
    Volte sempre.
    Um beijinho.

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  14. A história está incrivelmente e irresistivelmente bem escrita...você tem dotes de escritora!!!mas sentir-se atraída por um homem casado, durante 6 anos...e ora ser a 1ª,ora ser a 2ª...não é coisa agradável...desculpe-me a frontalidade Isabel...mas ser amante...e nem saber que lugar ocupa no coração de um homem,definitivamente não é para mim,é para muitas mulheres...não compreendo como se deixam ficar para o plano de amantes e orgulham-se disso...Ou seria a fatia toda ou nada!!! É por isso que os homens não respeitam nem as suas ,nem as dos outros...elas preferem essa condição a ficarem sozinhas ...lamentavelmente. Mas adorei a forma como o descreveu...com muita mestria!!!
    Denota imenso talento!
    Beijo

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  15. Querida Pedra Nuas:
    Muito obrigada pelas suas palavras elogiosas, que tomo como um incentivo para trabalhar cada vez mais e melhor.
    Concordo plenamente consigo quanto aos considerandos críticos que faz. Pensamos exactamente da mesma forma. Não olvidemos, todavia, que, nos textos, estamos no domínio da ficção, e tratam-se aí fragmentos da realidade, quer daquela realidade a que aderimos, quer daquela realidade que nada tem a ver com a nossa forma de ser e de estar na vida.
    Um grande abraço e venha sempre visitar-me, pois gosto muito da sua companhia.

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  16. Querida Isabel
    Como é habitual na tua escrita este conto prende a atenção de princípio a fim, com a particularidade, (também apanágio teu) de ir fazendo crescer o interesse à medida que a história avança.
    A Pilar teve muita sorte, pois acabou por (re)enconttrar o homem de preto. Mas atrevo-me a adivinhar que, se não fosse o seu ex-amante, seria um outro igualmente fascinante, que a iria fazer preferir a Piazza del Duomo à Place de la Concorde:)
    Para além de tudo o mais, é muito bom "viajar" contigo. E eu gosto muito de viajar. Conheço um bocadito do mundo, mas gostava de conhecer muito mais...

    Amiga, depois que visitaste a minha «CASA» publiquei lá um selinho das 50.000 visitas.
    Gostaria de o ver neste teu lindo espaço, Queres ir buscá-lo???

    Uma boa semana. Beijinhos

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  17. Uma belíssima e envolvente história, num local não menos envolvente.

    Beijinhos

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  18. De todas as divagacoes que tive na Duomo, essa foi a mais feliz!

    Confesso que quis chegar logo ao final, só para saber a decepcao à que ela chegara... e qual a minha surpresa, esse homem com uma pena de pavão na lapela do casaco era o fim da dor, da saudade!
    Ser humano parece movido a nao aceitar um final feliz, nem literalmente, veja só. Ainda estamos a léguas de saber ser feliz - ser feliz deve ser uma arte!

    Aqui estou, mais uma vez, rendida a peculiaridade do seu escrito, e pra variar compensada na minha vinda aqui.

    Grande beijo!

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  19. Que história maravilhosa, aliás, como todas. O final feliz mostra que o amor a tudo suporta e nos envolve com uma esperança sempre renascida. Belíssimo texto querida, adorei, até outras tantas vezes.

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  20. Foi bom passar e recordar MIlão cidade que amo...e que lhe dediquei alguma poesia...


    Vim matar saudades...

    O rio corre sempre
    Luta sempre
    não baixa os braços

    Um beijo

    RIO


    Olho a paisagem...
    Vejo o rio...
    O monte...
    E vales...
    Como és belo...
    Como és grande...

    É bom ver-te...
    Rio límpido...
    De águas puras...
    De águas cristalinas...
    A cair pelos montes...
    E pelos vales...

    Cair lentamente...
    E ver como se corre...
    Como se beija...
    E como se dorme...

    E tu Rio...
    Lentamente...
    Desces os montes...
    Os vales...
    E beijas...
    E acaricias...
    E corres...
    Sem nunca parar!...

    LILI LARANJO

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  21. Querida Mariazita:
    Obrigada pelos teus comentários, sempre tão atentos, completos e esclarecidos, e pela ternura com que os fazes.
    Eu também adoro viajar. Se tivesse mais férias, viajaria mais. É que o mundo é tão grande, que são sempre mais os lugares que não conhecemos do que aqueles que conhecemos.É verdade que podia conhecer mais lugares, se não me desse para repetir aqueles de que gosto mesmo, como é o caso de Londres, onde já estive 5 vezes. Mesmo assim, 5 vezes em Londres, para quem tem 50 anos, não é nada do outro mundo. Genebra, milão e Paris também são cidades que repeti.

    Confesso que não sei como ir buscar um selo a um blog. Se soubesse, ia buscar o teu com todo o gosto.

    Um beijinho para ti e até breve.

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  22. Olá, Fá Menor!
    Milão e os Grandes Lagos são de facto envolventes.
    Beijo.

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  23. Querida C.:
    Muito obrigada pelas suas palavras de incentivo.
    Volte sempre.
    Um beijinho.

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  24. Olá, Miguel:
    Obrigada pelas suas palavras de incentivo para que faça cada vez mais e melhor, e pela sua presença.
    Abraço.

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  25. Querida Lili:
    Lindo o teu poema! Ah, se tudo na vida fosse claro,cristalino e límpido como as águas do rio que corre!
    Beijo.

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  26. Isabel...Um dia destes eu já tinha sido assaltada pela curiosidade e vim espreitar qual seria a sua resposta...:) nessa altura constatei que estávamos de acordo...mas de qualquer forma há muita mulher que tem a perfeita noção de que o marido tem uma ou mais amantes e continua como se nada estivesse a acontecer ...isto acontece porque a dada altura da vida estão cansadas para um divórcio,ou não querem ficar sós ...ou têm medo de recomeçar ou porque há bens em comum e separá-los vai ser uma chatice...ou existem filhos...eu gosto muito desta desculpa...nem imagina....usam os filhos para justificar a sua própria incapacidade...enfim...Por isso optam por silenciar e mostrar à sociedade um casamento de farsa...só para ficar bem no retrato...
    A sua história não tem nada de ficção!!!Ilustra um quadro que se adapta bem à realidade.

    Um boa semana para si
    Beijo

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  27. Olá, Pedras Nuas!
    É sempre um prazer recebê-la aqui, neste espaço, com os seus comentários pertinentes. Concordo integralmente com tudo o que disse.
    Um beijo.

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  28. São lindas estas histórias que a Isabel tão bem descreve. Esta tem a particularidade de ter como cenário um local bem envolvente! soube-me bem o final feliz...
    Beijinhos

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  29. Olá, Lilás!
    Obrigada pelas suas palavras, que tanto me incentivam a fazer melhor.
    Um beijo.

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  30. Deliciosamente envolvente e com um final de contos de fadas...

    beijos

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  31. Ah, que linda em ter voltado no meu blog Isabel, agradeço. Eu lembro mesmo você tinha comentado, sumiram mais de 20 comentários, mas "meu pessoal" é fiel, sempre volta! Mas confesso que ainda estou receosa em postar, vou aguardar mais. Você perdeu alguma coisa?


    Bom sábado!!!

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  32. Que lindo!
    Passando para lhe desejar um bom final de semana querida!
    Beijos meus
    Te sigo agora!

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  33. Querida Priscilla:
    Obrigada, Amiga.
    Bom domingo também para ti.
    Um beijo.

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  34. Olá, C:
    Voltarei sempre ao seu blog, com todo o gosto.
    Desapareceu um comentário daqui e comentários que eu tinha feito noutros blogs.
    Beijo.

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  35. Não tenho conseguido comentar! consegui agora em casa de um familiar...o post de cima já tentei várias vezes...não sei se será do meu pc ou do blogger....voltarei mais tarde.
    Bjs

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